Cartões Black e Infinite: Fim das Salas VIP Grátis!
Quem tem cartão Black ou Infinite e gosta de aproveitar salas VIP nos aeroportos precisa ficar de olho nas novas exigências. Desde 1º de setembro de 2025, a Mastercard passou a exigir um gasto mínimo para liberar gratuitamente o acesso às suas duas salas VIP no Aeroporto de Guarulhos, no Terminal 3.
A regra deixou cada banco decidir quanto o cliente precisa gastar, mas a maioria adotou o mesmo valor: R$ 15 mil em compras a cada três meses, o que representa uma média de R$ 5 mil por mês.
Quem não conseguir atingir essa quantia ainda pode entrar, mas terá que pagar pelo acesso, que costuma custar entre US$ 32 e US$ 35 por pessoa.
Bancos que passaram a exigir gastos mínimos
Essa mudança também chegou a outros programas de salas VIP, como LoungeKey, Priority Pass e Visa Airport Companion, que passaram a ter regras mais rígidas para liberar entradas gratuitas. Entre os bancos e instituições que adotaram exigências de gastos estão:
Banco do Brasil.
Bradesco.
BRB.
BTG Pactual.
C6 Bank.
Credicoamo.
PicPay.
RecargaPay.
Rico.
Santander.
Sisprime.
Sofisa.
XP.
Bancos que ainda oferecem acesso sem gasto mínimo.
Por outro lado, algumas instituições continuam oferecendo o benefício sem exigir um valor mínimo em compras:
Caixa Econômica Federal.
Itaú Unibanco.
Nos cartões elegíveis dessas instituições, o acesso às salas Mastercard Black continua ilimitado, sem essa exigência de gastos.
Ainda vale a pena ter um cartão Black ou Infinite?
Na minha opinião, cartão Black ou Infinite não deveria ser sinônimo de obrigação de gastar R$ 5 mil por mês para aproveitar uma sala VIP. Afinal, o cliente escolhe um cartão desses justamente esperando encontrar vantagens, e não mais uma lista de metas para cumprir. Eu recomendo olhar as regras do seu banco antes de escolher um cartão ou contar com esse benefício. Se você não costuma gastar valores altos, talvez seja melhor procurar um cartão que ofereça acesso gratuito sem exigir tanto do seu bolso. Não adianta ter cartão bonito na carteira e precisar pagar para aproveitar aquilo que deveria ser uma vantagem.
